sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PADRE FREI LEÓN TORRES O. de M.


Sacerdote argentino dá novo passo para beatificação
Frei José León Torre
BUENOS AIRES, 03 Set. 08 / 10:54 am (ACI).- O Pe. Pablo Bernardo Ordoñe, Vice-postulador da causa de canonização do venerável frade José León Torre, informou que o congresso ordinário da Congregação para as Causas dos Santos aprovou a validez do processo diocesano sobre um milagre acontecido em 13 de junho de 2003 em Santiago del Estero (Argentina) por intercessão dele.“Este é um passo firme e significativo no processo de beatificação de Frei José León Torre, sacerdote da Ordem da Mercê, fundador das Irmãs Mercedárias do Menino Jesus", explicou o Vice-postulador. O Pe. Ordoñe explicou também que agora segue a redação do chamado Sumarium, logo a Positio e finalmente o estudo dos peritos e teólogos. "O voto de cada um deles declarando que estamos ou não diante de um autêntico milagre coroará esta etapa”, acrescentou.Sua vidaJosé León Torre nasceu na localidade cordovesa de Luyaba em 15 de março de 1849. Depois de ter emitido seus votos solenes como frade da Ordem da Mercê para a Redenção dos Cativos, foi ordenado sacerdote em maio de 1868. Conforme explica o Pe. Ordoñe, José León Torre "foi um homem de Deus que viveu com simplicidade, mansidão e bondosa confiança em todos. Tinha a autoridade do mestre porque contribuía às decisões o impulso de seu exemplo, a luz de sua experiência e o vigor de sua palavra eloqüente, oportuna e próxima".Entre suas obras estão a revitalização da Ordem Mercedária na Argentina, a fundação das Irmãs Mercedárias do Menino Jesus e a evangelização da infância e a juventude.Faleceu em Córdoba em 15 de dezembro de 1930, à idade de 81 anos. Em 1957 se iniciou a causa de beatificação. Em 26 de março de 1994 em que foi declarado venerável pelo reconhecimento do heroísmo de suas virtudes.

domingo, 19 de outubro de 2008

César e Deus...

 

Deuses de ontem...

Nos tempos de Jesus, os imperadores romanos se faziam adorar como deuses. Eram chamados de “augustos”, de “divinos”. Nas moedas do império apareciam suas fisionomias e seus nomes. Ai daqueles povos por eles escravizados que não usassem destas moedas, aceitando de certa forma o jugo do opressor...

 

O único Deus.

O povo de Jesus, de certa forma não aceitou. Desde os tempos do exílio babilônico, este povo confessava a unicidade divina: Deus é UM. Não existe outro Deus a não ser o Senhor. E este Deus UM escolheu Israel para mostrar esta unicidade divina. Deu-lhe uma terra Israel, para ser um espaço de liberdade em contraponto com a escravidão egípcia outrora vivida. Inadmissível era, portanto, ver esta terra pisada e dominada por estrangeiros.  Inadmissível era ver imperadores se colocando no lugar do Deus UM. Como conseqüência dessa fé, muitas revoltas e movimentos contrários a Roma aconteciam no povo judeu. Eram abafados mediante a violência e crucificação.

 

César X Deus.

“Dar a César...”,“Dar a Deus”... Duas realidades paradoxais. Humano e divino não são contrários entre si. Pela encarnação cremos que Deus se fez plenamente humano, igual a nós em tudo, menos no pecado. Neste domingo, somos chamados a fazer de nossa humanidade um espaço de manifestação da vontade de Deus. O humano não deve oprimir o divino que quer se manifestar em nosso meio.

 

Neste Evangelho Jesus se posiciona contra o culto do imperador e contra a sua dominação sobre o povo de Israel. Pois “dar a Deus o que é dele” significa dar o seu povo judeu, dar a sua terra Israel a Deus. Isto pertence a Deus e todo judeu pensaria assim, pois já estava nas Escrituras que toda a terra pertence a Deus da mesma forma que o povo judeu. Jesus não comunga da idolatria opressora romana, da qual parece, o texto deixa a entender em sua narrativa, que os fariseus comungam, pois eis que levam consigo a moeda romana (?!), na qual estava expressa essa idolatria. Jesus não possui a moeda, por isso a pede aos seus acusadores...

 

Deuses de hoje...

Este texto nos faz pensar nos “césares de hoje”... Em nome do lucro, dinheiro, milhares de pessoas são excluídas do sistema, morrem de fome, são marginalizadas, transformadas em lixo social. Em nome do dinheiro não aceitamos as pessoas em nossas comunidades ou as tratamos de modo diferente. Por ter mais dinheiro que as demais nos julgamos melhores ou com mais direitos que os demais. Pra Deus o que importa é ser e não o ter! Para salvar bancos da falência investem-se milhões. Para financiar guerras investem-se bilhões. E para matar a fome? E para erradicar a pobreza? E para erradicar as doenças? E para educar a sociedade na paz e solidariedade? Hoje em dia vemos até o absurdo da graça de Deus sendo vendida aos que lhes compram com largas somas de dinheiro, vendas de milagres, vendas de sacramentos... a quem servimos, a Deus ou ao dinheiro? A César ou a Deus?

 

Deus nos abençoe e nos dê coragem de lhe darmos o devido lugar em nossa vida.

Paz e Mercê.

 

Inácio José, mercedário

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pedro Nolasco, um revolucionário?

Introdução
Pedro Nolasco viveu no séc XII. Contexto histórico das cruzadas, combate da cristandade contra o islamismo que avança na Europa e que tomou os lugares santos católicos no Oriente. No combate entre cristãos e mulçumanos, muitos de ambos os lados se tornaram cativos, presos políticos por causa da religião que professavam. Nesse contexto podemos considerar Pedro Nolasco e suas intuições como algo revolucionário para a Igreja?

Pedro Nolasco, um revolucionário entre revolucionários.
Outras figuras importantes na igreja apareceram nesse contexto. Diante do contra testemunho de Igreja luxuosa e rica, aparece Francisco de Assis como testemunho do Jesus pobre entre os mais pobres (franciscanos). No combate aos "movimentos heréticos" que começaram a surgir no seio da Cristandade, aparece a figura de Domingos de Gusmão, com o desejo de pregar a "autentica fé" em Jesus Cristo (dominicanos). Percebendo a liberdade humana sendo ameaçada e o ser humano se tornando objeto a ser comercializado, Pedro Nolasco aparece como defensor da liberdade humana. Ou seja, Nolasco vem no bojo de outros grandes movimentos eclesiais do séc XII.

Pedro Nolasco, quem és?
Era comerciante. Herdou o trabalho de sua família aos 12 anos que se viu órfão dos pais. Um dia ao vender telas na África, fazem experiência de Deus ao ver cristãos cativos sendo vendidos pelos mulçumanos. Percebe que por trás de cada cativo está Jesus que clama por liberdade. Decide investir o seu dinheiro na compra desses cativos. Amigos seus lhe seguem nesse trabalho. Quando acaba o dinheiro, em oração recebe a inspiração divina, por meio de Maria das Mercês, para fundar uma família religiosa que esmolasse dinheiro para comprar a liberdade dos cativos. Caso ainda houvesse cativos cristãos em risco de perder a fé, o mercedário daria a sua própria vida no lugar dele, ficando como cativo.

Nolasco, misericórdia para os que sofrem.
Os mercedários surgiram para cuidar dos que eram vítimas das cruzadas. A igreja respondeu aos mulçumanos com violência. Nolasco responde propondo o dar a vida pela libertação. Nesse sentido, Nolasco é um revolucionário pacífico e não violento. Após o resgate dos cativos, quando voltavam para a europa, ficavam um tempo junto aos mercedários como testemunho da libertação acontecida. Nolasco, portanto assumiu em sua vida a mercê de Deus, que é misericórdia: sobretudo para com aqueles que nem a si mesmos se possuem, os cativos.

Cativeiros hoje?
Nolasco continua atual. Nos interiores do Brasil ainda existe trabalho escravo. Nossa sociedade é cativa do consumo, do lucro, do dinheiro. Somos cativos de nós mesmos, de nosso egoísmo, de nossas opiniões tidas como a verdade. Hoje o ser humano reclama por liberdade, embora nem sempre saiba usa-la direito para o bem. Conquistar a própria liberdade é processo que dura a vida inteira. Por isso, esse jovem, que gastou seus bens e sua vida na luta pela liberdade pode nos ensinar muito hoje: lutar pela liberdade de todos. Conquistar a nossa liberdade, que no fundo significa ser a gente mesmo e não o que querem que sejamos (sociedade, instituições, igrejas etc.). O mais importante: que Nolasco nos ensine que devemos ser livres sim, mas livres para servir e colocar a nossa vida a disposição dos oprimidos de nosso tempo. Liberdade não colocada a serviço dos demais não é liberdade... é sutil disfarce para o egoísmo.
Paz e Liberdade.
Inácio José, mercedário


GRAÇA DE DEUS E NOSSA RESPONSABILIDADE EM ACOLHÊ-LA.
Introdução
No mundo no qual vivemos, é difícil compreender a dinâmica da gratuidade divina. Como hoje tudo se compra e ninguém presta algum serviço aos demais sem esperar algo em troca, atribuímos a lógica capitalista a Deus em sua relação para conosco. Exemplo: quem foi rezou mais, agiu mais caritativamente com os irmãos, teria um prêmio maior no céu, ao passo que quem foi ruim na terra, teria o inferno como prêmio. Lógica absurda diante do Deus de Amor que Jesus nos revela nos Evangelhos. Vejamos os evangelhos que a liturgia nos propõe e percebemos a grandiosidade da misericórdia divina e sua relação de gratuidade para conosco. Antes alguns esclarecimentos: os textos sempre usam vinha como símbolo de Israel. O fruto que Israel deve dar é, sobretudo a justiça mediante a vivência da Palavra de Deus. Podemos atualizar para nossa realidade. Nossas comunidades são a vinha do Senhor que devem dar frutos de justiça, paz, amor, comunhão, mediante a vivência da Palavra de Deus.

Dia 21 de setembro, Mateus 20, 1-16, parábola do patrão que contrata os empregados durante o dia.
É conhecido o texto. Durante o dia o patrão chama trabalhadores para vinha. No final do dia chama alguns que "ninguém quis contratar" e no final paga a todos o mesmo salário. Historicamente o texto se refere aos pagãos que são admitidos na comunidade cristã e que terão o mesmo direito que os judeus que seguem a Jesus. Se botarmos os óculos dos "direitos trabalhistas", o patrão se torna injusto. Mas com os "óculos da graça de Deus", percebemos que Deus tem o mesmo amor a todos. Ninguém tem direito a cobrar de Deus porque tudo o que fizermos não se compara a graça divina, Deus é infinitamente maior do que nossas ações. Por isso com Deus não se barganha. Outra coisa: muitas vezes na comunidade nos consideramos aqueles que passam o dia todo a serviço do Senhor e nos achamos no direito de no final ganhar mais de Deus do que aqueles que chegam agora na comunidade. Bobagem! Diante de Deus talvez nós é que sejamos estes últimos a chegar, por muitas vezes não estarmos fazendo de fato a sua vontade em nossa vida.
Dia 28 de setembro, Mateus 21, 28-32, parábola do pai com os filhos obediente e desobediente.
O pai pede a um filho que vá trabalhar na vinha e este diz que vai e acaba não indo. O pai pede a outra que vá para vinha, este diz que não vai e no final acaba indo. Quem fez a vontade do pai? Historicamente o texto se refere à acolhida da comunidade aos tidos pecadores, dizendo que estes na verdade entraram na dinâmica do Reino muito mais do que aqueles que formalmente disseram sim à proposta, mas que na prática não vivem a dinâmica do Reino. Pensando o texto hoje: muitos se dizem cristãos, mas não vivem como cristãos. Muitos nem sequer pisam na igreja, nem se dizem cristãos, mas vivem profundamente os valores que Jesus ensinou? Deus não quer formalidades de nossa parte, mas quer uma vida comprometida com o Reino de Deus, como este mundo novo que está sendo gestado na medida em que promovemos a justiça e paz.
Dia 05 de outubro, Mateus 21, 33-43, parábola dos vinhateiros homicidas e gananciosos.
O dono da vinha a arrenda a vinhateiros e pede que seus empregados recebam os frutos. Os vinhateiros os matam. Matam inclusive o filho a quem o pai achava que os vinhateiros fossem respeitar. O matam porque querem sua herança. Falsa pretensão de receber a herança por parte dos vinhateiros, pois o pai continua vivo ainda!!! Historicamente o texto critica as autoridades que mataram Jesus. Vai além disso: o Reino que era propriedade deles passará a algum povo que o acolha. Aqui no caso trata-se dos gentios que se tornam cristãos em contraponto com os judeus que não creram em Jesus. Interessante notar: a vinha não é dos vinhateiros, é do dono. Os vinhateiros apenas trabalham para passar os frutos ao dono. O Reino de Deus não é nosso, é de Deus. Apenas administramos os seus mistérios e trabalhamos para que ele se concretize em nosso meio. Igreja nenhuma, instituição religiosa nenhuma pode se arvorar a ser dona da verdade e muito menos dona de Deus! Isso é falsa pretensão gananciosa. Outro detalhe: o texto nos convida então, a perceber que devemos dar bons frutos de justiça, caso contrário, a dinâmica de fraternidade será vivida por outros e não por nós, para o nosso próprio fracasso enquanto discípulos de Jesus.
Conclusão
Pelos textos de Mateus refletidos na liturgia nos últimos domingos podemos perceber a gratuidade divina. Esses são os óculos com os quais devemos ler os Evangelhos. Deus em sua gratuidade, sem merecimento de nossa parte, nos chama à comunhão consigo mediante a prática de sua Palavra. Sua Palavra nos forma na paz e na justiça. Como batizados esse é nosso compromisso assumido. Acontece, no entanto, que muitas vezes somos infiéis e muitos que nem cristãos são, vivem de forma muito melhor os valores que nós pregamos. Ora, Deus olha para vida concreta das pessoas. É na vida que transparece o que a pessoa acredita. Isso deveria sempre nos questionar e inquietar. Outra coisa: com Deus barganha não funciona. Deus não é capitalista. Deus ama a todos sem distinção e se no final de nossa história não vivermos a plenitude de vida junto dele, não será porque Ele nos condenou, mas sim porque, em nossa liberdade, escolhemos não viver essa comunhão de amor com Ele, manifestada desde já, na comunhão fraterna com a humanidade.

Deus nos abençoe.
Paz e liberdade.
Mercê em abundância.
Inácio José, religioso mercedário

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

II encuentro del ABC

Buenos Aires, agosto 4 de 2008.

 

Protocolo E. 09/08

 

Objeto: Invitación y temario 2º Encuentro Consejos Provinciales del Cono Sur.

 

 

Al R. P. Provincial Fr.  Emilio Santamaría Fernandez, O. de M.

Provincia Mercedaria de Brasil

 

Estimado Hermano:

 

  Ante todo un fraternal saludo en el mes de Nuestra Madre.  Me comunico contigo para acercarte la invitación y la propuesta de temario y detalles organizativos del el 2º Encuentro de Consejos Provinciales “Cono Sur de la Merced”.

 

Las actividades y temáticas propuestas para compartir en el marco del encuentro serían las que siguen:

 

a.- Presentación ágil (usando recursos visuales) de la vida y realidad de nuestras Provincias en clave: Institucional – Pastoral – Vocacional (Planes, Programas, Proyectos, organigramas, Opciones Prioritarias pastorales, Estrategias, Roles y funciones, Articulación de roles y animación entre religiosos y laicos en la línea de 5º Conf. Aparecida, etc.)

 

b.- Posibles temáticas para dialogar (hacer devolución de las que más nos interesan y proponer correcciones o aportes):

b.1.- Encuentro de Directivos de Centros Educativos Mercedarios del Cono Sur (¿Comienzo de un camino compartido con horizontes comunes…? ¿Propiciar acercamiento entre Directivos y responsables en orden a compartir lineamientos?)

b.2.- Fraternidades Juveniles y Laicales del Cono Sur hacia el 8º Centenario de la Orden. (¿Compartir planes, estrategias, objetivos a corto/mediano/largo plazo en vistas reforzar identificación-adhesión-pertenencia a la Merced? ¿Posibilidades de articular una pastoral orgánica con clara proyección social, cultural, devocional, urbana/rural, respetando los acentos de cada país sin perder un horizonte común? ¿Será la oportunidad de fortalecer la identidad carismática – vocacional en torno al “Cono Sur de la Merced”?

b.3.- Misiones Redentoras en cada Provincia (¿Será el momento de comenzar a visionar un gesto pastoral – institucional común del Cono Sur, que nos aúne en una espiritualidad encarnada y convocante animada por el mutuo sostenimiento?

b.4.- Inversiones Económicas ¿Será el momento de plantearnos posibles inversiones económicas conjuntas?

b.5.- Impresiones acerca del último encuentro de formadores de la Orden y del encuentro de Provinciales de la Orden (¿Qué horizonte se vislumbra a nivel Orden y cuál será nuestro aporte desde el Cono Sur de la Merced? ¿Posibilidad de elaboración de un itinerario común de formación inicial y permanente para el Cono Sur asumiendo nuestra cultura y realidad?)

b.6.- Formación inicial y permanente. (¿Posibles encuentros de preparación para religiosos que realizarán sus Votos Solemnes? ¿Encuentros de religiosos de Votos Solemnes por franjas generacionales, con un plan formativo mercedario y de acompañamiento, organizado por los consejeros de Formación – Vida religiosa? ¿Posibilidad de Ejercicios Espirituales conjuntos – Con qué periodicidad?

b.7.- Gesto del Cono Sur de la Merced… rumbo a los 800 años de la Orden (¿Posibilidad de potenciar alguna expresión pastoral con identidad mercedaria que nos identifique? ¿Podremos Visionar en nuestra región a mediano o largo plazo, la conformación de alguna comunidad religiosa con identidad Mercedaria, integrada por religiosos de las 3 Provincias?)

 

c.- Desde Argentina responsables de organización:

Fr. Pablo Ordoñe (pabloredent@merced.org.ar)

Fr. José Luis Mercado Morales

Fr. Sergio Navarro

 

Colabora en logística el Equipo de Comunicación de la Provincia Mercedaria Argentina (ecosmerced@merced.org.ar).

 

d.- El encuentro tendrá lugar del 1 al 3 de octubre próximo en el Convento Máximo San Lorenzo Mártir de la Ciudad de Córdoba

d.1.- La Ciudad de Córdoba tiene Aeropuerto Internacional con conexiones directas desde y hacia Santiago de Chile y San Pablo/Río de Janeiro.

d.2.- Informarnos vuelos, arribos y partidas (días y hora) e itinerarios anexos.

 

e.- Importante: Enviarnos el correo de cada consejero que asistirá.

 

  Te ruego enviar esta información con la máxima brevedad posible para la organización del encuentro.

 

 

Sin más, me despido con afecto en el Señor y María Nuestra Madre de la Merced.

    Fr. Pablo Bernardo Ordoñe

      Secretario de Provincia